Não sou nada

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Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Tabacaria de Alvaro de Campos (Fernando Pessoa)

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5 comentarios en «Não sou nada»

  1. Deixei um comentário que saiu voando! Tanto faz, dizia qualquer coisa assim como Pessoa! Obrigada Amália pelo Pessoa. Conheces Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio… de Ricardo Reis? é ôtimo! beijinhos.

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  2. Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
    Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
    Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
    (Enlacemos as mãos.)

    Gracias por recordármela! Beijinhos

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  3. Pau, te lo cogió como spam.Ahí está! Hay versos que valen todo, que alertan la sensibilidad y esos cuatro de arriba, como muchos otros de pessoa, son únicos,irrepetibles, ahondan en el corazón sin querer y ahí se quedan.
    Xurxo, …nada menos.
    besos

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