Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.Tabacaria de Alvaro de Campos (Fernando Pessoa)
Sonetos a Orfeo
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.Tabacaria de Alvaro de Campos (Fernando Pessoa)
Que versos tao grandes, Amália. Foi ver o «Nao sou nada» no título da entrada e escutar bater o coraçao. Pessoa. Pessoa. Pessoa. Acho que o meu favorito é de Ricardo Reis. Mas Tabacaria… Pessoa! Obrigada Amália. Beijinhos.
Deixei um comentário que saiu voando! Tanto faz, dizia qualquer coisa assim como Pessoa! Obrigada Amália pelo Pessoa. Conheces Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio… de Ricardo Reis? é ôtimo! beijinhos.
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Gracias por recordármela! Beijinhos
… nada máis que un soñador.
Pau, te lo cogió como spam.Ahí está! Hay versos que valen todo, que alertan la sensibilidad y esos cuatro de arriba, como muchos otros de pessoa, son únicos,irrepetibles, ahondan en el corazón sin querer y ahí se quedan.
Xurxo, …nada menos.
besos